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Nove são presos por golpe do falso financiamento

Empresa anunciava veículos em plataformas de venda, no entanto, durante a operação foi comprovado que a mesma não tinha nenhum veículo para vender

Imagem ilustrativa da imagem Nove são presos por golpe do falso financiamento

Nove pessoas foram presas e uma empresa interditada que fica no Setor Oeste, em Goiânia, na última quinta-feira, 27, durante uma operação conjunta do Procon Goiás e Polícia Civil do Estado de Goiás (PCGO) suspeitas de aplicarem o golpe do falso financiamento.

De acordo com as informações divulgadas pelo órgão de defesa do consumdiro em Goiás, desde abril do ano passado essa e outras empresas são fiscalizadas pelo órgão. Além da empresa interditada nesta ação, outras 34 já foram fechadas pelo Procon Goiás.

De acordo com as informações divulgadas, durante a operação, nove vendendores que ainda mantinham anúncios de venda de automovéis em plataformas como marketplace foram presos. Os anúncios segundo a polícia eram de vendas de carros e motos com preços bem atrativos.

O golpe consistia no anúncio dos itens em diversas plataformas. Os clientes então entravam em contato com os vendedores, e eles eram informados que era preciso dar uma entrada de R$ 2 mil para dar início ao processo de financiamento, além de terem a condições facilitadas para terem o crédito. Segundo as investigações, pessoas com o nome negativado também recebiam propostas da empresa para ter o crédito.

Após receber a entrada das vítimas do golpe, os vendedores simplesmente desapareciam eo contato ficava cada vez mais difícil. E, depois de algum tempo é que os clientes decobriam que o contrato assinado não era para financiar o veículo anunciado, mas sim de assessoria financeira, e mesmo com o pedido para ter o dinheiro devolvido pela empresa, o mesmo não era atendido.

Não havia veículos para serem vendido pela empresa

Durante a operação deflagarada na quinta-feira, 27, foi descoberto pelos fiscais e pela polícia que a empresa não tinha nenhum veículo para vender, e que as imagens usadas por ela eram apenas ilustrativas nos anúncios. Além disso as investigações apontaram que o pagamento das entradas para obter os créditos era feito na conta pessoa da dona do estabelecimento.

A empresa vai ter o prazo de 20 dias para apresentar uma contestação junto ao Procon, uma vez que a mesma não apresentava informações claras sobre os serviços ofertados, ser autuada por propaganda enganosa e com isso a mesma foi interditada pelo Procon Goiás.

Além de a interdição da empresa foram apreendidos documentos no local, e nove funcionários do establecimento foram presos em flagrante por estelionato.

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