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Influenciadora Hana Khalil denuncia importunação sexual em restaurante; polícia investiga

Em um desabafo emocionante, a ex-BBB contou que a violência aconteceu um dia após a morte de sua avó.

Imagem ilustrativa da imagem Influenciadora Hana Khalil denuncia importunação sexual em restaurante; polícia investiga

Hana Khalil, de 28 anos, foi vítima de ua importunação sexual em um restaurante no último domingo (16). A ex-BBB, que ficou conhecida após participar da 19ª edição, contou que estava no estabelecimento com o namorado quando um homem mostrou o órgão genital para ela.

Em um desabafo feito em suas redes sociais, a influenciadora disse que o cliente passou várias vezes em sua frente, abria as calças e mostrava seu pênis. Ela ainda destacou que a violência aconteceu um dia após a morte de sua avó.

"Não bastava minha avó ter morrido no sábado, no domingo, eu sofri um crime de importunação sexual num restaurante. Eu não queria estar tendo que falar disso aqui agora, nesse momento. No domingo, às quatro e meia da tarde, eu fui para um restaurante novo aqui perto. Sentei lá com o Dani, meu namorado, na tentativa de comer alguma coisa, me distrair um pouco, respirar um ar", iniciou ela.

"Meu coração estava muito na minha avó, na minha mãe, na minha família. Enfim, eu estava, de fato, em outro planeta. Eu nem tinha reparado o cara perto de mim. Aí o meu olhar de relance, vê esse homem que devia ter uns cinquenta, sessenta anos, ele estava afastando o short dele, me mostrando o pênis, de perna aberta e olhando para a minha cara", continuou.

Hana ainda prosseguiu: "Naquele momento eu pensei: 'não estou acreditando que eu vou ter que viver isso agora'. Engraçado que, por eu também saber como a justiça é e como funciona a validação em torno de uma agressão como essa, acho que o pior de tudo é você acabar de ser agredida e pensar: 'nossa, eu preciso provar isso, porque senão vão me desqualificar. Vão desqualificar o que eu estou falando'".

Na sequência, a influenciadora afirmou que conseguiu gravar o ato e relatou a situação aos seguranças do restaurante. "O cara fugiu, o segurança disse que tentou ir atrás dele, mas o cara saiu andando. Eu não entendi nada, sabe? A gente perdeu ele de vista. Eu fiz um boletim de ocorrência, fui à delegacia. É foda ter que estar fazendo isso no luto da minha avó, sabe? Enfim, não podia simplesmente deixar de registrar para que isso não aconteça com outras pessoas, para que ele já seja identificado".

Por fim, Hana questionou se a palavra dela bastaria sem a gravação, e ainda ressaltou a importância de tentar construir provas concretas em caso de violência como esse. "Precisei verbalizar isso como incentivo às denúncias desse tipo de agressões quase diárias. Minha comunidade feminina vem sempre confiando em mim e se vulnerabilizando, me senti na necessidade de dividir como vítima, afinal, todas nós pensamos em ficar em silêncio e isso só desmobiliza o problema.

"Isso é a realidade de várias mulheres que pegam transporte publico todos os dias e eventualmente não conseguem provar ou denunciar sem dados", finalizou ela.

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