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Goiás Esporte Clube: de mal a pior

Texto opinativo por Bruno Garcia

Técnico Jair Ventura pelo Goiás / Foto: Rosiron Rodrigues Técnico Jair Ventura pelo Goiás / Foto: Rosiron Rodrigues

Mais uma vez eliminado no Campeonato Goiano, mais uma vez eliminado para o grande rival Vila Nova. Já são dois anos sem vencer o maior adversário de sua história. Antes, um clássico de equilíbrio. Hoje, uma freguesia que atravessa anos.

O que ainda mais decepciona o torcedor esmeraldino é a disposição dos jogadores. A equipe colorada disputava a bola com mais vontade, corria mais, cobrava os companheiros e vibrava a cada lance ganho.

Nos últimos anos, são poucos que passam pelo Verdão e realmente vestem a camisa do clube. Poucos atletas compreendem de fato o tamanho do Goiás e jogam por saber o tamanho da responsabilidade e da oportunidade que estão recebendo.

Entre eles, Tadeu é o maior destaque. Porém, o goleiro e capitão sofre por não possuir um elenco à altura da sua qualidade. Com isso, não consegue levantar um troféu de Goianão. Para um ídolo que tanto merece, que já fez tanto por essas cores, é difícil se conformar.

Nesse sentido, todo esse inferno astral, de um estadual ruim do início ao fim, passou pela má montagem do elenco por Lucas Andrino e as vexatórias atuações da equipe comandada por Jair Ventura. O deserto de ideias, a exacerbada quantidade de cruzamentos - errados - nos jogos, a insistência num falho e infrutífero 4-2-4 e a falta de um camisa 9 de peso (culpa dividida entre o diretor de futebol e o técnico, citados acima).

Entretanto, não pode-se esquecer de quem realmente é a culpa por esses últimos anos de fracasso regional e nacionalmente: diretoria.

Assim, de ano em ano, o Esmeraldino vai se apequenando e, dessa forma, o estado sobreviverá dos lampejos de Atlético-GO e Vila Nova.

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